sexta-feira, 6 de abril de 2012

Hoje, eu só desejo que minha tristeza tão sólida, me dê uma trégua, vá passear por aí, em outros lugares, longe daqui.
Já não suporto os dias tão frios e escuros sem ninguém por perto, meu silêncio grita, e grita alto. E ás vezes, eu só queria um fio de alegria, de gente por perto, que meu silêncio se acalmasse.
Hoje, eu só desejo que alguém venha e me carregue, me livre por um instante, dessa tormenta que é tão calada, que todos veem mas seguem como se nada houvesse.
Tristeza que parece sem motivo, sem razão, sem sentido. E até parece que ela precisa disso, para poder existir. 

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Quando a dúvida, desespero e inquietação toma conta de mim.
Sentimentos tão solidificados e expostos ao caos do lado de fora, dias que são repletos de vivência e em cada um deles, eu me perco um pouco pra depois tentar me achar.
Estou aqui, aí, ali, acolá.
Com um coração tão congestionado e uma mente tão confusa, continuo.
Agora, parece sem destino, sem o rumo que eu procuro e tanto desejo, sem o certo, sem a paz.
Não sei de mim, estou por aí. E quem sabe, um dia me acho.
E depois do quase fim, estou perdida esperando o fim final.
Nunca quis ir embora para que pudesse sentir minha falta, nem mentir para desejar minha verdade.
Nunca quis o fim nem o sofrer, eles apenas chegaram, mais uma vez.
Planos, quando serão?