Hoje, eu só desejo que minha tristeza tão sólida, me dê uma trégua, vá passear por aí, em outros lugares, longe daqui.
Já não suporto os dias tão frios e escuros sem ninguém por perto, meu silêncio grita, e grita alto. E ás vezes, eu só queria um fio de alegria, de gente por perto, que meu silêncio se acalmasse.
Hoje, eu só desejo que alguém venha e me carregue, me livre por um instante, dessa tormenta que é tão calada, que todos veem mas seguem como se nada houvesse.
Tristeza que parece sem motivo, sem razão, sem sentido. E até parece que ela precisa disso, para poder existir.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Quando a dúvida, desespero e inquietação toma conta de mim.
Sentimentos tão solidificados e expostos ao caos do lado de fora, dias que são repletos de vivência e em cada um deles, eu me perco um pouco pra depois tentar me achar.
Estou aqui, aí, ali, acolá.
Com um coração tão congestionado e uma mente tão confusa, continuo.
Agora, parece sem destino, sem o rumo que eu procuro e tanto desejo, sem o certo, sem a paz.
Não sei de mim, estou por aí. E quem sabe, um dia me acho.
Sentimentos tão solidificados e expostos ao caos do lado de fora, dias que são repletos de vivência e em cada um deles, eu me perco um pouco pra depois tentar me achar.
Estou aqui, aí, ali, acolá.
Com um coração tão congestionado e uma mente tão confusa, continuo.
Agora, parece sem destino, sem o rumo que eu procuro e tanto desejo, sem o certo, sem a paz.
Não sei de mim, estou por aí. E quem sabe, um dia me acho.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Ainda guardo datas,
ainda me alimento de lembranças,
ainda sou uma viciada em nostalgia.
Ainda escrevo pra me aliviar de tanta vivência acumulada, mesmo quando eu sei que não muda nada.
Sinto saudade do que nunca foi meu, quero ter o que nunca será, o que não pode.
As páginas do meu cadernos já estão lotadas, vou viver um pouco.
ainda me alimento de lembranças,
ainda sou uma viciada em nostalgia.
Ainda escrevo pra me aliviar de tanta vivência acumulada, mesmo quando eu sei que não muda nada.
Sinto saudade do que nunca foi meu, quero ter o que nunca será, o que não pode.
As páginas do meu cadernos já estão lotadas, vou viver um pouco.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Espero que não mude, que permaneça, que continue.
Assim, do jeito sem jeito, sem modo, sem nada, com tudo. Com a beleza que vem de dentro.
Disse que é coisa feita pra durar, então que dure, que fique, se estabeleça.
Andei procurando em tudo que é canto, e o que achei, não foi o que sempre quis.
Cansei, desisti, não mais procurei.
Sabe o que aconteceu? Apareceu.
E foi tudo que eu sempre quis desde o começo.
Assim, do jeito sem jeito, sem modo, sem nada, com tudo. Com a beleza que vem de dentro.
Disse que é coisa feita pra durar, então que dure, que fique, se estabeleça.
Andei procurando em tudo que é canto, e o que achei, não foi o que sempre quis.
Cansei, desisti, não mais procurei.
Sabe o que aconteceu? Apareceu.
E foi tudo que eu sempre quis desde o começo.
segunda-feira, 26 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
Hoje minha mãe me perguntou se eu queria uma namorado, confesso que acabei rindo, bastante.
Ela costuma me vê pelos cantos da casa, jogada num sofá ou afogada em lágrimas. Esse é meu drama diário, mas real.
Também tenho surtos de felicidade, daqueles danado mesmo, que espanta.
Até citou o nome de um cara aí, percebeu meu apreço por ele.
E no final, eu acabo por dar razão a ela.
Ela costuma me vê pelos cantos da casa, jogada num sofá ou afogada em lágrimas. Esse é meu drama diário, mas real.
Também tenho surtos de felicidade, daqueles danado mesmo, que espanta.
Até citou o nome de um cara aí, percebeu meu apreço por ele.
E no final, eu acabo por dar razão a ela.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Pensei em todos os planos de vida que já fiz, de listas com tantos desejos, e hoje, metade do que queria, não quero mais.
Quanta coisa já mudou, e as de hoje, certamente vai mudar amanhã.
Ter filhos, casar, seguir uma vida normal já não me chama mais tanta atenção. Parece que perdeu o brilho.
Hoje, eu só quero a sensação de estar vivendo de verdade. Mesmo sem saber o modo, mesmo sem saber se é certo ou errado.
Eu quero as coisas do meu jeito, com a minha cor.
E acho que tenho este direito, me deram uma vida.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Há de ir embora, assim como todos os outros que já foram.
Os de antes.
Os que deixaram história,
saudade,
uma ferida para curar.
Por que eu, sou tão maior e intensa do que imagino, que vou espantando o transitório.
Acaba por cansar-se.
E minha loucura tão desvairada misturada com a estranheza mais inconstante que já vi, só me cabe, só me contém.
Desde agora, desde o último que se foi.
A última partida tende a ensinar.
Os de antes.
Os que deixaram história,
saudade,
uma ferida para curar.
Por que eu, sou tão maior e intensa do que imagino, que vou espantando o transitório.
Acaba por cansar-se.
E minha loucura tão desvairada misturada com a estranheza mais inconstante que já vi, só me cabe, só me contém.
Desde agora, desde o último que se foi.
A última partida tende a ensinar.
Quanta esperança e paciência habitava ali, dentro da alma daquela menina.
Ficava todas as tardes esperando um sinal, vestígios, telefonemas, mensagens ou qualquer outra coisa que o trouxesse para perto. Mesmo que o perto fosse quase longe.
Ansiava por uma tarde ali. Naquela casa, naquele quarto, com aquele corpo presente. Com o cheiro que é tão singular. Quando cansava de ansiar, mendigava, e isso, era visível.
Foram sorrisos, músicas, silêncio, suspiros.
E só Deus é quem sabe o quanto que ela amava está ali.
De volta.
Está ali, jogada pelos cantos da casa esperando.
Esperando e quem sabe até, que ele se compadeça e se apresse na espera.
Vai querer.
Quer outra vez, quer seu olhar distante e sorriso vago.
Por que sabe que nestas tardes, uma felicidade sem tamanho a invadiu.
Ficava todas as tardes esperando um sinal, vestígios, telefonemas, mensagens ou qualquer outra coisa que o trouxesse para perto. Mesmo que o perto fosse quase longe.
Ansiava por uma tarde ali. Naquela casa, naquele quarto, com aquele corpo presente. Com o cheiro que é tão singular. Quando cansava de ansiar, mendigava, e isso, era visível.
Foram sorrisos, músicas, silêncio, suspiros.
E só Deus é quem sabe o quanto que ela amava está ali.
De volta.
Está ali, jogada pelos cantos da casa esperando.
Esperando e quem sabe até, que ele se compadeça e se apresse na espera.
Vai querer.
Quer outra vez, quer seu olhar distante e sorriso vago.
Por que sabe que nestas tardes, uma felicidade sem tamanho a invadiu.
terça-feira, 20 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
De repente me vi lançando fora meus conceitos e verdades que carreguei a vida inteira só pra vê alguém feliz.
Mesmo quando tudo só me feria e me causava tristeza, e nada além disso. Nenhuma brecha de felicidade. E quanto tinha, logo se acabava.
Depois eu ficava sem rumo, esperando alguém vir me curar, e esse alguém nunca me apareceu.
Então, eu percebi que era forte, e que sabia lidar muito bem com a tal solidão, fui obrigada a ter calma e esperar o tempo passar.
Essas feridas cicatrizaram, esqueci.
Cansei de esperar o tal alguém que pode me curar.
E vivo, bem, feliz.
Hoje, não torno minha felicidade dependente de ninguém.
Mesmo quando tudo só me feria e me causava tristeza, e nada além disso. Nenhuma brecha de felicidade. E quanto tinha, logo se acabava.
Depois eu ficava sem rumo, esperando alguém vir me curar, e esse alguém nunca me apareceu.
Então, eu percebi que era forte, e que sabia lidar muito bem com a tal solidão, fui obrigada a ter calma e esperar o tempo passar.
Essas feridas cicatrizaram, esqueci.
Cansei de esperar o tal alguém que pode me curar.
E vivo, bem, feliz.
Hoje, não torno minha felicidade dependente de ninguém.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Vivo lembrando do era, do que foi, do que não volta. E passado é um bicho teimoso, nunca reconhece o seu lugar e vive sempre presente.
Em toda minha vida tive medo.
Medo das perdas, da ausência, da saudade, da presença que está, mas só existe, daqueles que se vão para não mais voltar, e daqueles que se vão mas continuam aqui, mas não na minha vida.
Mas se quer saber, parece que esse medo nunca foi capaz de me tornar covarde, ou me meter medo em viver, sempre me arrisquei, gosto dessa coisa de correr riscos, de sentir adrenalina tomando conta por uns minutos, de dias absurdamente vividos, do jeito que se quer, do jeito que se tem vontade.
Vivo questionado a felicidade, procurando nas fontes mais concretas e verdadeiras, e por esses dias, cansei de toda minha falta de auto aceitação, e de tudo que faço e já me ponho em escanteio.
Cansei de ser assim.
Vivo sendo imperfeita, errando, caindo, mas não sinto necessidade de me anular e anular as minhas verdades para ser aceita.
E tem mais, essa coisa de que a vida é curta é extremamente verdade, portanto, vou viver e continuar a fazer o que eu julgo certo. Quando ao incerto, cabe ao tempo revelar.
Em toda minha vida tive medo.
Medo das perdas, da ausência, da saudade, da presença que está, mas só existe, daqueles que se vão para não mais voltar, e daqueles que se vão mas continuam aqui, mas não na minha vida.
Mas se quer saber, parece que esse medo nunca foi capaz de me tornar covarde, ou me meter medo em viver, sempre me arrisquei, gosto dessa coisa de correr riscos, de sentir adrenalina tomando conta por uns minutos, de dias absurdamente vividos, do jeito que se quer, do jeito que se tem vontade.
Vivo questionado a felicidade, procurando nas fontes mais concretas e verdadeiras, e por esses dias, cansei de toda minha falta de auto aceitação, e de tudo que faço e já me ponho em escanteio.
Cansei de ser assim.
Vivo sendo imperfeita, errando, caindo, mas não sinto necessidade de me anular e anular as minhas verdades para ser aceita.
E tem mais, essa coisa de que a vida é curta é extremamente verdade, portanto, vou viver e continuar a fazer o que eu julgo certo. Quando ao incerto, cabe ao tempo revelar.
terça-feira, 6 de março de 2012
E sabe um sonho? Parece isso.
Mesmo sem meus exageros de encanto, é um sonho.
Deve ser sorte, acaso, destino, ou Deus mesmo.
De repente eu olho e parece ser o que eu sempre quis, o que tanto procurei. Sorrio.
E mesmo sem saber o que pode acontecer e até no que vai dar, todo esse lance que virou romance já me deixa feliz.
Não sei ao certo, mas parece que é isso que eu queria desde o começo.
Mesmo sem meus exageros de encanto, é um sonho.
Deve ser sorte, acaso, destino, ou Deus mesmo.
De repente eu olho e parece ser o que eu sempre quis, o que tanto procurei. Sorrio.
E mesmo sem saber o que pode acontecer e até no que vai dar, todo esse lance que virou romance já me deixa feliz.
Não sei ao certo, mas parece que é isso que eu queria desde o começo.
segunda-feira, 5 de março de 2012
De repente eu vou percebendo que se apaixonar não é tão ruim assim. Todas as coisas ficam mais vivas, passam a ter mais sentido, mais cor.
Todas as músicas escutadas apontam para um só lugar, dá pra sorrir sem ter por perto, basta pensar. Dá pra ser feliz, devagar, sem pressa, sem medo.
Automaticamente já me sinto em outra dimensão. Onde tudo é feliz, tem graça, e eu quero ficar sempre lá.
E quer saber ?
Também descobri que não se anular é quase impossível, não se reinventar também. Talvez a vida é quem se encarrega de trazer algo novo, diferente de todos os outros, só pra surpreender.
Quanto a mim, estou aguardando, lançando dados pro alto, contando com a sorte.
Quero mais sorrisos, mais abraços, mais felicidade.
Todas as músicas escutadas apontam para um só lugar, dá pra sorrir sem ter por perto, basta pensar. Dá pra ser feliz, devagar, sem pressa, sem medo.
Automaticamente já me sinto em outra dimensão. Onde tudo é feliz, tem graça, e eu quero ficar sempre lá.
E quer saber ?
Também descobri que não se anular é quase impossível, não se reinventar também. Talvez a vida é quem se encarrega de trazer algo novo, diferente de todos os outros, só pra surpreender.
Quanto a mim, estou aguardando, lançando dados pro alto, contando com a sorte.
Quero mais sorrisos, mais abraços, mais felicidade.
domingo, 4 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
Não me perturbe com falsas promessas, só diga aquilo que sabe que pode cumprir.
Estou cansada de só ouvir, e ouvir.
Não diga que pensa em mim, quando outra é quem ocupa seu pensamento.
Estou cansada de só saber, quero sentir também.
Não diga que precisa do meu abraço, só por que me vê triste e distante.
Preciso do seu abraço feliz, triste, ou em qualquer estação.
Sou menina, e ainda me engano fácil com certas delicadezas, só algumas.
E por ser menina, acredito demais, anseio demais, me lanço demais.
Essa noite sonhei com nós dois, entre sorrisos e abraços, e aquelas coisas que só a gente entende. Penso que somos loucos, e isso agrada.
Quero voltar a dormir a noite inteira, feliz, com qualquer vestígio seu. Sem confusão, sem paranoia, sem medo.
Estou tentando ser feliz, e quero ser feliz do seu lado.
Permita-me .
Estou cansada de só ouvir, e ouvir.
Não diga que pensa em mim, quando outra é quem ocupa seu pensamento.
Estou cansada de só saber, quero sentir também.
Não diga que precisa do meu abraço, só por que me vê triste e distante.
Preciso do seu abraço feliz, triste, ou em qualquer estação.
Sou menina, e ainda me engano fácil com certas delicadezas, só algumas.
E por ser menina, acredito demais, anseio demais, me lanço demais.
Essa noite sonhei com nós dois, entre sorrisos e abraços, e aquelas coisas que só a gente entende. Penso que somos loucos, e isso agrada.
Quero voltar a dormir a noite inteira, feliz, com qualquer vestígio seu. Sem confusão, sem paranoia, sem medo.
Estou tentando ser feliz, e quero ser feliz do seu lado.
Permita-me .
Vai dizer que é relapso, vai dizer que é estranho, e tudo bem.
Um dia sem, sem ligações, sem trocas de mensagens, e a mente não fica um segundo sem pensar.
De repente bate aquele impulso de ir lá e mudar tudo. Mudar o que ?
Parece que tudo ocorre como o previsto. Tudo é como deve ser.
E aí eu penso e sou obrigada a encarar a realidade, e como dizem os clichês, ninguém perde o que nunca teve, nem se acaba o que nunca começou.
E começou, mas foi só pra mim. E o temido fim, comigo não ficou .
sexta-feira, 2 de março de 2012
Voou.
Converteu-se em névoa, sumiu.
Longe daqui, de mim, de todo o meu eu. E não pense que eu quis assim.
Findou todo o querer, a confiança, a esperança, a vontade de querer que fosse diferente.
Ah, se quisesse ficar, eu não me importaria com o depois, com o amanhã. Eu só ando com avidez por felicidade.
E a verdade é que eu nunca quero que ninguém vá embora.
Eu nunca quero fingir esquecimento.
Eu nunca quero pôr um fim e deixar pra lá.
Eu nunca quero que um, seja só mais um, e pronto.
Converteu-se em névoa, sumiu.
Longe daqui, de mim, de todo o meu eu. E não pense que eu quis assim.
Findou todo o querer, a confiança, a esperança, a vontade de querer que fosse diferente.
Ah, se quisesse ficar, eu não me importaria com o depois, com o amanhã. Eu só ando com avidez por felicidade.
E a verdade é que eu nunca quero que ninguém vá embora.
Eu nunca quero fingir esquecimento.
Eu nunca quero pôr um fim e deixar pra lá.
Eu nunca quero que um, seja só mais um, e pronto.
E mais uma vez eu me permito acreditar, sonhar, esperar que tudo seja diferente. Mas nunca é.
É um ciclo que sempre se repete, e viver tendo que esquecer sempre, cansa, dói, machuca.
Esquecendo algo aqui, um ali, outro acolá. Até quando?
Decepções tão avassaladoras, e eu novamente fico sem rumo. Sem saber o que fazer, se continuo, ou de desisto de vez .
Alguém que chega e diz que dessa vez vai ser diferente, que tudo vai mudar.
Alguém que chega e me manda ter calma, paciência.
Suportando a dor só, em silêncio e aguardando que alguém possa vir curá-la . E esse alguém nunca vem.
Uma roupa de alma maltrapilha, um coração congestionado, uma mente cansada de se refazer.
E até quando isso vai durar, eu não sei.
É um ciclo que sempre se repete, e viver tendo que esquecer sempre, cansa, dói, machuca.
Esquecendo algo aqui, um ali, outro acolá. Até quando?
Decepções tão avassaladoras, e eu novamente fico sem rumo. Sem saber o que fazer, se continuo, ou de desisto de vez .
Alguém que chega e diz que dessa vez vai ser diferente, que tudo vai mudar.
Alguém que chega e me manda ter calma, paciência.
Suportando a dor só, em silêncio e aguardando que alguém possa vir curá-la . E esse alguém nunca vem.
Uma roupa de alma maltrapilha, um coração congestionado, uma mente cansada de se refazer.
E até quando isso vai durar, eu não sei.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Um dia de reencontros.
Tudo que estava longe, bruscamente ficou perto, e eu bem que gostei.
Vivência compartilhada, e por tudo está daquele jeito, tão longe, no começo parece que eu sou desconhecida de tudo.
A sensação que eu tenho, é que realmente há vida lá fora.
Fora da minha casa, do meu quarto, do meu isolamento.
Parece que a vida lá fora grita, berra, e só eu que não escuto.
Tudo que estava longe, bruscamente ficou perto, e eu bem que gostei.
Vivência compartilhada, e por tudo está daquele jeito, tão longe, no começo parece que eu sou desconhecida de tudo.
A sensação que eu tenho, é que realmente há vida lá fora.
Fora da minha casa, do meu quarto, do meu isolamento.
Parece que a vida lá fora grita, berra, e só eu que não escuto.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Por muitas vezes a chamada 'vida normal' me cansa.
Rotina, deveres, dias sempre iguais, sempre. Cercada das mesmas pessoas, com as mesmas conversas, e a sensação de que nada nunca muda.
Frequentando os mesmos lugares e sendo sempre atingida pela atmosfera de vazio, caos, solidão. É aí que eu paro e penso e questiono se a vida é só isso mesmo, se viver é rotina, cansaço, fadiga.
A utopia de liberdade, de fazer tudo que dá vontade, some. São regras, padrões, exigências, e tudo vai seguindo a mesma ordem normal, a mesma vida, como a de todos os outros. E eu me sinto só mais uma, no meio de uma multidão, quem sabe, apenas existindo.
Mas mesmo com toda essa realidade discrepante, eu que não vou me permitir apenas existir, apenas viver.
Quero vida de verdade, quero felicidade, quero ter história pra poder contar.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Dias vividos, vivência não partilhada, pessoas distantes.
Parece que tudo isso funciona como 'cano de escape', zona de sossego. Faz bem.
Escrever ás vezes é único recurso quando a solidão transborda, e meu silêncio grita.
Agora, de volta a tudo isso. Compartilhando, esperando que os outros vejam, se identifiquem, gostem, ou não.
Enfim, sou disso aqui, e isso aqui é meu.
Parece que tudo isso funciona como 'cano de escape', zona de sossego. Faz bem.
Escrever ás vezes é único recurso quando a solidão transborda, e meu silêncio grita.
Agora, de volta a tudo isso. Compartilhando, esperando que os outros vejam, se identifiquem, gostem, ou não.
Enfim, sou disso aqui, e isso aqui é meu.
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