Há de ir embora, assim como todos os outros que já foram.
Os de antes.
Os que deixaram história,
saudade,
uma ferida para curar.
Por que eu, sou tão maior e intensa do que imagino, que vou espantando o transitório.
Acaba por cansar-se.
E minha loucura tão desvairada misturada com a estranheza mais inconstante que já vi, só me cabe, só me contém.
Desde agora, desde o último que se foi.
A última partida tende a ensinar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário