Voou.
Converteu-se em névoa, sumiu.
Longe daqui, de mim, de todo o meu eu. E não pense que eu quis assim.
Findou todo o querer, a confiança, a esperança, a vontade de querer que fosse diferente.
Ah, se quisesse ficar, eu não me importaria com o depois, com o amanhã. Eu só ando com avidez por felicidade.
E a verdade é que eu nunca quero que ninguém vá embora.
Eu nunca quero fingir esquecimento.
Eu nunca quero pôr um fim e deixar pra lá.
Eu nunca quero que um, seja só mais um, e pronto.
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